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A primeira IA de reclassificação fiscal de produtos no Brasil
Contabilidade

A primeira IA de reclassificação fiscal de produtos no Brasil: como o Ordix está transformando a contabilidade consultiva

A primeira IA de reclassificação fiscal de produtos do Brasil já está no mercado! O Classificador Fiscal Ordix foi desenvolvido…

19 de maio de 2026  |  Allana

A primeira IA de reclassificação fiscal de produtos do Brasil já está no mercado! O Classificador Fiscal Ordix foi desenvolvido para ajudar escritórios contábeis e empresas a reduzir erros, evitar retrabalho, ganhar produtividade e transformar a classificação fiscal em uma nova oportunidade de receita consultiva. 

Ao considerar a Reforma Tributária, aumento da fiscalização digital e operações cada vez mais complexas, automatizar a classificação de produtos é, hoje, uma necessidade estratégica. Afinal, não é segredo que a contabilidade mudou e que o cliente já não busca apenas alguém para entregar obrigações fiscais. Ele procura um parceiro capaz de reduzir riscos, aumentar eficiência e apoiar decisões financeiras e tributárias.

É exatamente nesse cenário que surge o Ordix: uma plataforma de inteligência fiscal criada para organizar, interpretar e padronizar a classificação tributária desde a origem do cadastro. Ao unir inteligência artificial, automação e interpretação fiscal, o Ordix transforma uma atividade manual e suscetível a erros em um processo seguro e estratégico .Saiba mais sobre essa inovação:

A classificação fiscal se tornou um problema estrutural

A classificação fiscal sempre foi uma atividade importante dentro das empresas e escritórios contábeis. Porém, nos últimos anos, esse processo passou a demandar ainda mais atenção.

Isso acontece porque a legislação tributária brasileira se tornou mais complexa, o volume de produtos aumentou e a fiscalização se tornou digital e automatizada. Soma-se a isso o fato de que a Reforma Tributária ampliou a importância do cadastro correto.

Na prática, qualquer erro no NCM, CST ou enquadramento tributário pode gerar pagamento indevido de impostos, perda de créditos tributários, rejeição de notas fiscais, multas e autuações, retrabalho operacional e divergências entre ERP, fiscal e contabilidade.

O problema é que muitos escritórios ainda fazem esse processo manualmente, baseados em histórico, planilhas ou interpretação individual.Esse modelo não escala.

O Ordix, primeira IA de reclassificação fiscal, muda o jogo ao interpretar a legislação automaticamente. Com uma base de mais de 40 milhões de produtos e suporte para a transição CBS/IBS, a plataforma garante segurança, padronização e agilidade. 

Por que a Reforma Tributária aumenta a importância da classificação fiscal?

A Reforma Tributária mudou definitivamente a forma como empresas e escritórios contábeis precisam enxergar a classificação fiscal. Se antes o cadastro de produtos já era uma etapa sensível da operação, agora ele passa a ocupar posição estratégica dentro da apuração tributária, emissão fiscal e do aproveitamento de créditos.

Isso acontece porque o novo modelo tributário criado pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentado pela Lei Complementar 214/2025 traz uma lógica muito mais digital e baseada em informações corretas desde a origem da operação. Com a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), o sistema passa a depender da consistência entre cadastro, classificação tributária e documentação fiscal.

A Reforma Tributária começa no cadastro do produto

A classificação fiscal deixa de ser apenas uma atividade operacional ligada ao NCM e passa a afetar a definição das alíquotas aplicáveis, o direito ao crédito tributário, regimes diferenciados, benefícios fiscais, regras de redução ou isenção e validação das notas fiscais eletrônicas. Ou seja: a Reforma Tributária começa no cadastro do produto.

Sendo assim, se a origem da informação estiver errada, todo o restante da operação será impactado. O imposto, por sua vez, será calculado incorretamente, poderá ocorrer a invalidação dos créditos e o risco fiscal aumentará. 

A própria Receita Federal já definiu que os documentos fiscais eletrônicos passarão por adequações para comportar CBS e IBS. Isso requer, portanto, informações fiscais ainda mais consistentes nas operações digitais.

O novo modelo tributário 

Muitas empresas ainda trabalham com cadastros construídos ao longo de anos por meio de replicações, ajustes manuais e históricos operacionais.

Em muitos casos, produtos semelhantes recebem classificações iguais sem análise técnica, descrições comerciais são usadas no lugar da descrição fiscal e os benefícios fiscais deixam de ser aplicados corretamente. Além disso, é comum também que as regras estaduais não sejam consideradas.

Esse cenário já gerava problemas no sistema atual. Agora, com a Reforma Tributária, o impacto tende a aumentar.

Mas por que isso acontece? Porque CBS e IBS trazem uma estrutura mais padronizada e dependente de coerência cadastral. Desse modo, produtos parecidos poderão ter tratamentos tributários diferentes, a depender do enquadramento correto.

Além disso, novos códigos e parâmetros tributários passam a integrar a lógica fiscal da operação. Isso aumenta, por consequência, a necessidade de classificação adrquada.

Sendo assim, a combinação correta entre NCM, CST e demais códigos fiscais será determinante para definir alíquotas, créditos e enquadramentos dentro do novo modelo.

Fiscalização digital aumenta risco de divergências

Outro ponto importante é que a Reforma Tributária nasce em um ambiente altamente digitalizado.

A fiscalização atual já utiliza cruzamentos eletrônicos de dados para identificar divergências fiscais. Porém, com a implementação da CBS e IBS, a tendência é que o controle se torne ainda mais automatizado.

Os órgãos fiscalizadores, por sua vez, passam a analisar com mais profundidade a coerência entre descrição e NCM, enquadramento tributário, aplicação de alíquotas, aproveitamento de créditos e natureza das operações.

Isso significa que erros de classificação terão maior visibilidade dentro do ambiente digital. Por consequência, aumentam os riscos de rejeição de notas fiscais, divergências em obrigações acessórias, pagamento incorreto de tributos, multas e autuações.

A própria adaptação dos layouts fiscais eletrônicos para CBS e IBS demonstra que a fiscalização se baseará cada vez mais em dados. 

O Imposto Seletivo (IS)

A criação do chamado “Imposto do Pecado” (Imposto Seletivo) incidirá sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. 

Sendo assim, a definição do que entra nesta categoria será estritamente técnica e baseada na classificação fiscal. Um erro na categorização de um insumo pode levar uma indústria a pagar um imposto adicional pesadíssimo de forma indevida. O classificador fiscal atua aqui como um orientador para o contador, pois ele filtra o que é passível de IS e evita o aumento artificial do preço final do produto.

A transição da Reforma aumenta a complexidade operacional

Outro desafio importante é o período de transição da Reforma Tributária. Entre 2026 e 2032, empresas precisam conviver ao mesmo tempo com tributos antigos, CBS, IBS, regras transitórias e novos códigos fiscais.

Desse modo, o ambiente tributário ficará temporariamente mais complexo. Isso requer ainda mais organização cadastral e segurança nas classificações fiscais. Nesse cenário, depender apenas de processos manuais aumenta o risco operacional.

Os escritórios e empresas precisarão revisar cadastros, validar informações fiscais e estruturar bases consistentes para operar em dois modelos tributários ao mesmo tempo.

A responsabilidade técnica e a contabilidade consultiva

Historicamente, o erro de cadastro muitas vezes era imputado ao cliente (a empresa). No entanto, no novo ambiente tributário, a pressão por agilidade e a complexidade da transição empurram essa responsabilidade para o contador. Segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o profissional que atua como consultor estratégico ganha espaço ao utilizar tecnologias de saneamento de dados.

O uso de um classificador fiscal com inteligência artificial, como o desenvolvido pela Tron, permite que o contador identifique oportunidades de economia tributária que antes passavam despercebidas em planilhas manuais. A classificação correta passa a ser o principal argumento de venda para serviços de recuperação de crédito e planejamento tributário pós-reforma.

Os erros mais comuns na classificação fiscal das empresas brasileiras

Mesmo sendo essencial para a segurança tributária das empresas, a classificação fiscal ainda apresenta falhas frequentes causadas por processos manuais, falta de padronização e erros nas interpretações da legislação.

Com a Reforma Tributária e o avanço da fiscalização digital, esses erros tendem a gerar maiores consequências. Veja os principais: 

Utilizar produtos semelhantes como referência

Um dos erros mais comuns é classificar novos produtos com base em itens parecidos já cadastrados no sistema.

O problema é que pequenas diferenças técnicas podem alterar completamente o enquadramento tributário. Isso gera, portanto, cobrança incorreta de impostos, divergências fiscais e perda de créditos.

Confiar apenas na descrição comercial

Muitas empresas utilizam apenas descrições comerciais para definir o NCM e demais regras fiscais.

O perigo mora no fato de que isso aumenta o risco de enquadramentos incorretos, já que a descrição de venda nem sempre contém informações técnicas suficientes para a classificação adequada.

Trabalhar com cadastros desatualizados

Outro problema recorrente é a falta de revisão periódica dos cadastros fiscais.

A legislação tributária muda constantemente e, com a Reforma Tributária, regras ligadas à CBS e IBS exigirão ainda mais atualização e consistência das informações fiscais.

Falta de padronização entre ERP, fiscal e contabilidade

Em muitas empresas, cada área trabalha com informações diferentes.

Isso gera erros entre emissão fiscal, apuração tributária e obrigações acessórias, aumentando o retrabalho e o risco de autuações.

Dependência de processos manuais

O uso de planilhas, consultas isoladas e classificações feitas manualmente ainda fazem parte da rotina de muitos escritórios.

Além de consumir tempo, esse modelo aumenta o risco de erro humano e dificulta a escalabilidade da operação.

O que é o Ordix – primeira IA de reclassificação fiscal?

O Ordix é a plataforma de inteligência fiscal da Tron desenvolvida para classificar produtos com segurança, padronização e automação. Muito além de consultar tabelas fiscais, o Ordix interpreta regras tributárias e organiza o cadastro fiscal para evitar que o erro se espalhe pela operação.

Em outras palavras, o Ordix permite classificação por descrição do produto, classificação por NCM, classificação por código de barras, classificação em lote via XML, planilhas ou listas e análise automatizada de enquadramento tributário.

Além disso, o sistema entrega NCM sugerido, CST de ICMS, PIS e COFINS; IVA, CEST e FCP; benefícios fiscais e classificação preparada para CBS e IBS.

A primeira IA de reclassificação fiscal de produtos no Brasil

O grande diferencial do Ordix é o uso de inteligência artificial aplicada à reclassificação fiscal de produtos. Isso significa que o sistema interpreta dados, identifica padrões e auxilia o contador na tomada de decisão.

Desse modo, a IA do Ordix reduz o tempo gasto com pesquisa manual, o risco de enquadramentos incorretos, divergências entre sistemas e no cadastro fiscal.

Além disso, a automação permite que escritórios revisem milhares de produtos em escala, algo praticamente inviável em processos manuais.

A consequência é mais produtividade, menos retrabalho, mais segurança técnica e capacidade de crescimento.

O contador passa a atuar estrategicamente

Uma das maiores consequências do uso da IA de reclassificação fiscal de produtos está na mudança de posicionamento do contador.

Sem tecnologia, grande parte da rotina fiscal é consumida por correções emergenciais, ajustes de cadastro, reemissão de notas e resolução de falhas. Isso reduz a capacidade consultiva do escritório.

Por outro lado, o contador que pode contar com ferramentas como o Ordix passa a atuar antes do problema acontecer.

Ele consegue orientar o cliente na origem do cadastro, reduzir riscos fiscais, estruturar produtos corretamente, apoiar decisões tributárias e transformar classificação em consultoria.

Como o Ordix ajuda escritórios a ganharem mais dinheiro?

Além da eficiência operacional, o Ordix também cria novas possibilidades de monetização para escritórios contábeis.

Isso porque a classificação fiscal deixou de ser apenas uma obrigação técnica e passou a ser um serviço consultivo de alto valor.

Com o apoio do Ordix, o escritório pode oferecer:

  • revisão de cadastro de produtos;
  • saneamento fiscal;
  • revisão de NCM;
  • adequação à Reforma Tributária;
  • análise tributária consultiva;
  • reorganização fiscal do ERP.

Em outras palavras, o escritório cria novas receitas utilizando uma demanda que já existe dentro da carteira. O contador, por sua vez, deixa de competir apenas por preço e passa a vender inteligência tributária.

Redução de retrabalho e ganho de produtividade

Um dos maiores custos invisíveis dos escritórios contábeis é o retrabalho.

Quando a classificação nasce errada, surgem notas rejeitadas, ajustes fiscais, revisões de apuração, divergências em obrigações acessórias e desgaste com clientes.

O Ordix atua justamente na origem da informação. E, por meio de uma base padronizada e automatizada, o escritório ganha mais velocidade, menos dependência de processos manuais e uma maior capacidade operacional. Isso permite atender mais clientes sem aumentar proporcionalmente o esforço operacional.

O Ordix e a nova contabilidade consultiva

A contabilidade está deixando de ser operacional.

O cliente moderno quer previsibilidade, orientação e redução de risco. Nesse cenário, ferramentas como o Ordix permitem que o contador entregue mais valor.

A primeira IA de reclassificação fiscal torna-se, portanto, fundamental para proteger empresas, melhorar margens, evitar desperdícios tributários e apoiar decisões comerciais. O contador, por sua vez, ganha autoridade técnica e fortalece seu posicionamento consultivo.

Leia mais: A inteligência fiscal que garante a classificação correta dos produtos, agora com IA.

FAQ – dúvidas frequentes sobre IA e classificação fiscal

Com o avanço da automação tributária e o aumento da complexidade fiscal no Brasil, o uso de inteligência artificial aplicada à classificação fiscal vem despertando dúvidas entre empresas e escritórios contábeis. Entre as perguntas mais frequentes sobre o tema e sobre o tema, destacam-se: 

O que é a reclassificação fiscal de produtos?

A reclassificação fiscal de produtos é o processo de revisar, validar e corrigir o enquadramento tributário de mercadorias para garantir que a tributação aplicada esteja de acordo com a legislação vigente.

Sendo assim, isso significa analisar informações como NCM, CST, descrição do produto, benefícios fiscais, regras estaduais e enquadramentos específicos. Esse processo se tornou ainda mais importante com o avanço da Reforma Tributária e da fiscalização digital.

Muitas empresas possuem cadastros antigos construídos com base em histórico operacional, replicação de produtos semelhantes ou interpretações feitas manualmente ao longo dos anos. O problema é que pequenas falhas podem gerar grandes impactos financeiros e fiscais.

Quando um produto está classificado incorretamente, a empresa pode pagar mais imposto do que deveria, deixar de aproveitar créditos tributários, emitir notas fiscais com erros, sofrer autuações e multas e ainda enfrentar retrabalho operacional constante.

A missão da atividade de reclassificação fiscal, portanto, é reorganizar essa base e garantir mais segurança para a operação.

O que acontece se eu classificar um produto errado após a Reforma? 

Além de multas que podem chegar a 100% do valor do imposto devido, sua empresa pode perder o direito ao crédito financeiro do IVA, encarecendo toda a operação e perdendo competitividade frente ao concorrente que classifica corretamente. 

A classificação fiscal afeta o preço de venda? 

Sim, afeta. No IVA, o imposto é por fora. Se a classificação estiver errada e a alíquota aplicada for maior, o preço final sobe e o cliente busca o concorrente. Em contrapartida, se for menor, a empresa fica em débito com o Fisco. 

A IA do Ordix interpreta regras tributárias?

Neste caso, a resposta é sim. O Ordix (primeira IA de reclassificação fiscal) utiliza inteligência artificial aplicada à interpretação fiscal para auxiliar no processo de classificação e reclassificação de produtos.

Diferentemente de sistemas que apenas armazenam tabelas ou realizam consultas básicas, o Ordix foi desenvolvido para cruzar informações fiscais e apoiar a tomada de decisão do contador.

A plataforma consegue analisar descrição de produtos, NCM, códigos fiscais, parâmetros tributários, regras aplicáveis e informações em lote via XML, listas ou planilhas.

Desse modo, o sistema ajuda a identificar erros, sugerir enquadramentos e padronizar a origem das informações fiscais. O objetivo é reduzir o risco de falhas operacionais causadas por processos manuais ou interpretações isoladas.

O Ordix ajuda na adaptação à Reforma Tributária?

Sim. Um dos focos do Ordix é justamente apoiar empresas e escritórios contábeis no processo de adaptação à nova lógica tributária trazida pela Reforma Tributária.

Ao levar em consideração a criação da CBS e IBS, o cadastro fiscal dos produtos ganha ainda mais relevância dentro da operação. O Ordix já foi desenvolvido considerando essa nova realidade.

Escritórios contábeis podem vender esse serviço para clientes?

Sim, podem! A classificação fiscal é, hoje, uma nova oportunidade consultiva dentro da contabilidade.

Com o aumento da complexidade tributária, muitas empresas passaram a enfrentar dificuldades para manter seus cadastros fiscais organizados e atualizados.

Isso abre espaço para que escritórios contábeis ofereçam serviços como por exemplo a revisão de NCM, saneamento cadastral, reclassificação fiscal, adequação à Reforma Tributária, análise tributária consultiva e organização fiscal de produtos.

Nesse contexto, o Ordix surge como uma ferramenta que ajuda escritórios a escalarem esse tipo de serviço com mais produtividade e segurança.

O contador, por sua vez, passa a atuar preventivamente, ajudando empresas a estruturarem melhor suas operações. Além de reduzir riscos, isso fortalece o posicionamento consultivo do escritório e cria novas possibilidades de geração de receita.

A inteligência artificial pode reduzir erros fiscais?

Sim, a IA pode reduzir erros fiscais! Um dos principais objetivos da automação fiscal é justamente reduzir falhas operacionais causadas por processos manuais, falta de padronização e excesso de volume operacional.

Em muitos escritórios, a classificação fiscal ainda depende de planilhas, históricos antigos, consultas manuais e interpretações individuais. Esse cenário aumenta o risco de erros. 

Ao utilizar inteligência artificial, plataformas como o Ordix conseguem organizar informações, padronizar critérios e automatizar análises repetitivas. Isso reduz, portanto, a probabilidade de erro humano e cria uma camada adicional de segurança operacional.

A inteligência artificial pode reduzir erros fiscais?

A primeira IA de reclassificação fiscal e a contabilidade consultiva

Em conclusão, a Reforma Tributária não permite mais o amadorismo ou a confiança cega em históricos de cadastro. Como vimos, quando a origem da informação fiscal é negligenciada, todo o planejamento de uma empresa torna-se frágil. Nesse cenário, contar com ferramentas como a primeira IA se reclassificação fiscal torna-se o alicerce de qualquer escritório que pretenda escalar com segurança jurídica.

Nesse contexto, soluções como o Ordix, desenvolvido pela Tron, refletem uma tendência crescente do mercado: o uso de automação e inteligência fiscal para reduzir erros, aumentar produtividade e apoiar uma atuação contábil mais consultiva.

A Tron  desenvolve tecnologias focadas em produtividade e automação para o mercado contábil e possui mais de 30 anos de experiência. Atualmente, possui mais de 5 mil clientes utilizam as soluções da empresa, 25 mil usuários acessam seus sistemas diariamente e 250 mil empresas são contabilizadas mensalmente.

Ao automatizar etapas operacionais e organizar a origem das informações fiscais, plataformas desse tipo ajudam empresas e profissionais a lidarem com o ambiente tributário. 

A expectativa do setor é que a classificação fiscal passe a ocupar papel central na estratégia tributária das organizações nos próximos anos.

Dificuldade com a Reforma Tributária ou dúvidas na classificação de produtos? Não deixe sua operação correr riscos desnecessários. O futuro da inteligência tributária já está disponível para transformar sua rotina.

Fale agora com um consultor da Tron para conhecer o Ordix na prática.

Leia também: Dificuldade com a Reforma Tributária? Não sabe como classificar seu produto? Podemos te auxiliar nisso

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