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Dificuldade com a Reforma Tributária? Não sabe como classificar seu produto? Podemos te auxiliar nisso

Contador, se você está com dificuldades com a reforma tributária e ainda não sabe como classificar seu produto, este artigo…

11 de fevereiro de 2026  |  Isabelle Calaça

Contador, se você está com dificuldades com a reforma tributária e ainda não sabe como classificar seu produto, este artigo é para você! Contar com ferramentas como o classificador fiscal é indispensável neste momento, pois influencia impostos, margens, conformidade legal e até o seu posicionamento consultivo perante seus clientes.

Com o avanço da legislação, a redução da margem de erro e o aumento da responsabilidade sobre a origem da informação fiscal, a classificação de produtos passou a ser um dos pontos essenciais da rotina contábil. É nesse contexto que surge o Classificador Fiscal Ordix, a plataforma de inteligência tributária da Tron que organiza, interpreta e automatiza a classificação fiscal desde a origem do cadastro. Acompanhe o artigo e saiba mais: 

O que é um classificador fiscal e por que ele é tão importante?

O classificador fiscal é a base de toda a estrutura tributária de um produto. É por meio dele que são definidos NCM, CST de ICMS, PIS e COFINS, alíquotas aplicáveis, CEST, IVA, FCP, benefícios fiscais, natureza da receita e enquadramentos para CBS e IBS.

Em outras palavras, a classificação é o ponto de partida para a tributação correta. Quando ela nasce errada, todo o restante da operação fica em risco.

Durante muitos anos, a classificação fiscal foi tratada como algo “operacional”: alguém olha a descrição do produto, consulta uma tabela, replica um histórico e segue o fluxo. O problema é que o ambiente tributário brasileiro evoluiu, a fiscalização se tornou mais automatizada e a Reforma Tributária aumentou ainda mais a importância da origem da informação.

Hoje, não existe mais espaço para improviso. Sendo assim, o classificador fiscal deixa de ser um apoio e passa a ser um orientador técnico do contador.

Por que a classificação fiscal virou um problema recorrente nos escritórios de contabilidade?

A classificação fiscal concentra alguns dos principais problemas da contabilidade no cenário atual. Isso inclui, por exemplo, divergências entre ERP, cliente e contador, notas fiscais rejeitadas por erro de NCM ou CST e retrabalho constante para corrigir cadastros.

Além disso, outras questões são a falta de padronização entre carteiras com muitos clientes, decisões baseadas em histórico, tentativa e ajuste e a exposição técnica concentrada no profissional contábil.

A maior dificuldade, portanto, está em interpretar, organizar e escalar decisões fiscais de maneira adequada. Quando cada profissional classifica de um jeito, cada sistema entende de forma diferente e cada cliente cadastra produtos sem critério técnico, o resultado é uma operação baseada em risco. Por consequência, havendo erros no cadastro, todo o resto vira um risco. 

A relação entre Classificação Fiscal e Reforma Tributária

A Reforma Tributária trouxe uma série de mudanças no modelo de arrecadação com a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Esses novos tributos unificam impostos e demandam uma estrutura de classificação ainda mais organizada. 

O que muda na prática?

  • A base de cálculo passa a depender do enquadramento do produto.
  • Benefícios fiscais precisam de identificação correta da natureza da operação.
  • O crédito tributário depende da classificação correta.
  • O erro deixa de ser só operacional e passa a ser financeiro e jurídico.

Ou seja: quem não organiza o cadastro agora, vai sentir o impacto depois. A Reforma Tributária começa no classificador fiscal do produto. Desse modo, se o produto nasce errado no cadastro, não há sistema, fechamento ou fiscalização que corrija isso sem custo.

Onde está a maior dificuldade das empresas e escritórios de contabilidade?

A maioria das empresas e escritórios enfrenta hoje três grandes desafios frente à Reforma Tributária:

Cadastro desorganizado e histórico frágil

A construção de muitos cadastros nasceu, ao longo dos anos, por cópia, adaptação e tentativa. Poucos passaram por uma revisão técnica estruturada. Isso quer dizer que a base que alimentará CBS e IBS já nasce com vícios.

E mais: sem a presença de um classificador fiscal confiável, a empresa entra na Reforma Tributária carregando riscos antigos para um novo modelo.

Falta de critério técnico na classificação

A legislação sempre foi complexa, mas agora ela requer ainda mais interpretação e consistência.

Sendo assim, produtos parecidos podem ter enquadramentos diferentes. A descrição comercial nem sempre reflete a natureza fiscal. O mesmo item pode gerar crédito, débito ou benefício, a depender do enquadramento.

Se não há um classificador fiscal que interprete regras, o profissional fica preso ao “como sempre foi feito”. E a Reforma Tributária não entende o “sempre foi assim”.

Escala e volume incompatíveis com análise manual

Com milhares de produtos e operações, não é viável revisar tudo de forma manual. A Reforma Tributária requer padronização, tendo em vista que o risco não está em um produto, está na escala do erro.

Desse modo, vamos supor que cem produtos estão errados. Neste caso, o impacto é grande. Por outro lado, havendo se mil produtos estão com erros, as consequências envolvem um impacto estrutural. 

O classificador fiscal com automação permite organizar, revisar e estruturar a base antes que o problema se torne financeiro.

O que muitos não sabem, é que não saber classificar é um risco silencioso

Se não há a classificação adequada do produto, o imposto parece correto, mas não é; o crédito parece válido, mas não é; a operação parece segura, mas não é. O problema só aparece depois: na fiscalização, na auditoria, no caixa ou na margem do cliente.

Por que classificar corretamente evita pagar impostos a mais ou multas?

A classificação fiscal é o ponto exato onde se inicia a definição do dinheiro do cliente. É a partir do classificador fiscal que o sistema entende qual imposto aplicar, qual alíquota usar, se existe benefício fiscal, se há direito a crédito e como a operação será tratada pelo Fisco. Em contrapartida, se isso já acontece de forma errada desde a origem, a falha se multiplica ao longo de toda a cadeia fiscal.

Sendo assim, classificar corretamente traz uma série de benefícios, entre os quais estão: 

1) Evita o pagamento de impostos acima do necessário

Um dos problemas mais comuns nas empresas é pagar mais impostos do que deveriam sem perceber. Isso acontece quando o produto é classificado em um NCM genérico, incorreto ou mais caro, o que automaticamente altera a alíquota de ICMS, o CST de PIS e COFINS, o enquadramento em ST, o acesso a benefícios fiscais estaduais, e a forma de crédito na Reforma Tributária (CBS e IBS).

Um único dígito errado no NCM pode mudar completamente o tratamento tributário do produto. O sistema passa a calcular impostos com base em uma realidade que não existe.

Por consequência, o cliente paga mais, perde competitividade, reduz margem e nem sempre percebe que o problema não está no imposto em si, mas na classificação do produto.

O classificador fiscal atua, portanto, ao orientar a decisão antes que o imposto seja calculado. Sendo assim, o contador tem a função de garantir que a base da apuração esteja correta.

2) Evita multas e autuações que nascem no cadastro

A fiscalização hoje é eletrônica e automática O Fisco não analisa apenas valores, mas também coerência entre descrição do produto, NCM, CST, CFOP, alíquotas, e natureza da operação.

Por outro lado, os erros na classificação aparecem rapidamente em rejeições de nota fiscal, falhas no SPED, divergências na EFD, malhas fiscais e autos de infração.

O problema é que muitas multas não surgem porque a empresa quis fraudar, mas porque o cadastro nasceu errado e foi replicado em escala. Desse modo, não é o fechamento que gera o risco. É o classificador fiscal lá no início do processo.

Ao classificar corretamente, o contador reduz a chance de retrabalho, bloqueio de operação e exposição jurídica do cliente.

3) Protege o crédito tributário na lógica da Reforma Tributária

Com a Reforma Tributária, o foco deixa de ser só pagar imposto e passa a ser aproveitar corretamente o crédito. A lógica do CBS e IBS baseia-se na não cumulatividade: só toma crédito quem está corretamente enquadrado.

Se o produto estiver classificado de forma errada, o impacto é duplo: paga imposto indevido e perde crédito legítimo. Como consequência, isso pode causar prejuízos financeiros. E mais: muitas empresas vão sentir mais o efeito da perda de crédito do que da própria alíquota.

O classificador fiscal passa a ser uma ferramenta estratégica, porque ele garante que o produto esteja posicionado de maneira correta para gerar crédito.

4) Evita decisões baseadas em histórico e “jeitinho”

Em muitos escritórios de contabilidade, a classificação ainda é feita com base em histórico de outro cliente, enquadramento antigo, tentativa e erro, cópia de cadastros, e interpretações diferentes entre profissionais.

É preciso considerar, porém, que esse modelo não escala e não protege o contador. Por consequência, cada novo produto vira uma aposta e quando algo dá errado, não existe rastreabilidade técnica da decisão.

O classificador fiscal estruturado muda isso. Ele transforma a classificação em um processo orientado por regra, interpretação e padronização. O contador deixa de “achar” e passa a decidir com base técnica. Isso reduz risco operacional e fortalece a responsabilidade profissional.

5) Reduz o retrabalho que também custa dinheiro

O retrabalho não aparece no imposto, mas sim no custo da operação por meio de correção de cadastro, reemissão de notas, ajustes em obrigações acessórias, atendimento emergencial ao cliente, e desperdício de tempo técnico. 

Nos casos em que o produto nasce corretamente classificado, todo o fluxo seguinte fica mais leve. O time não apaga incêndio, não corre atrás de erro e não trava a operação do cliente. O classificador fiscal atua como um filtro preventivo: ele evita que o erro avance pela operação.

Desse modo, uma menor quantidade de erros significa também uma menor quantidade de custos invisíveis. 

6) Diminui a exposição técnica do contador

Hoje, o contador é cada vez mais responsabilizado pela origem da informação fiscal. Não basta dizer que “o cliente cadastrou assim”. Se o cadastro gera imposto errado, multa ou prejuízo, a expectativa é que o contador tenha atuado de forma orientativa.

Ao usar um classificador fiscal estruturado, o contador protege sua atuação técnica, demonstra método e critério, registra decisões, e fortalece sua posição consultiva. Em outras palavras, além de proteger o cliente, protege a própria operação contábil.

Leia também: Reforma tributária: o que os contadores devem observar desde já

Como usar o classificador fiscal como argumento de venda?

Durante muito tempo, o valor do contador foi percebido pela execução: entregar guias, cumprir prazos, enviar obrigações e manter o cliente em conformidade. Mas esse modelo está cada vez mais pressionado por automação, concorrência por preço e expectativas mais altas dos empresários.

Hoje, o cliente quer alguém que ajude a tomar decisões e melhorar resultados financeiros. E a classificação fiscal é uma das maiores oportunidades de atuação consultiva do contador.

Ao dominar o classificador fiscal, você passa a:

  • Orientar o cliente na origem do cadastro.
  • Reduzir riscos antes da emissão da nota.
  • Estruturar produtos de forma estratégica.
  • Mostrar impacto financeiro das decisões fiscais.
  • Vender consultoria, não apenas execução.

Maior percepção de valor, menor guerra por preço

Um dos maiores problemas dos escritórios hoje é competir por preço. Quando o serviço é visto apenas como execução, o cliente compara valores.

Quando o contador atua com inteligência fiscal, prevenção e orientação, a comparação muda. O cliente não pergunta mais: “Quanto custa seu serviço de contabilidade?”

Ele começa a perguntar:

“O que você faz para evitar que eu pague imposto errado?”
“Como você me protege na Reforma Tributária?”
“Como você organiza meus produtos?”

O classificador fiscal cria diferenciação.

E qual é o papel do Ordix nesse momento?

O Classificador Fiscal Ordix funciona como um orientador técnico do contador, uma vez que permite que ele deixe de atuar apenas de forma reativa e passe a atuar de forma estratégica. Sendo assim, em vez de corrigir, o contador evita que o erro aconteça. E isso muda completamente a percepção de valor do serviço contábil.

O que é o Classificador Fiscal Ordix?

O Classificador Fiscal Ordix é uma plataforma de inteligência tributária da Tron voltada à organização, interpretação e padronização da classificação fiscal de produtos.

Ele foi desenvolvido a partir de um princípio central: a origem da informação fiscal precisa estar correta. Sendo assim, em vez de apenas consultar tabelas, o Ordix interpreta regras fiscais e entrega um cadastro padronizado e preparado para a Reforma Tributária.

Na prática, o Ordix promove:

  • Segurança para decidir com base na legislação correta.
  • Padronização do cadastro fiscal em todos os sistemas.
  • Agilidade para classificar produtos sem travar a rotina.
  • Produtividade, com menos retrabalho e correções.
  • Tranquilidade para lidar com mudanças legais e responsabilidade técnica.

O foco deixa de ser correção e passa a ser consultivo.

Como funciona o classificador fiscal do Ordix na prática?

O Ordix se adapta à realidade da operação contábil e empresarial. Ele permite diferentes formas de classificação, conforme o volume e a necessidade de classificação, seja por descrição do produto, NCM individual, NCM em lote, via planilha, XML ou lista, classificação por código de barras individual e classificação por código de barras em lote, via planilha, XML ou lista.

Em cada processo, o Ordix interpreta as regras fiscais aplicáveis e entrega:

  • NCM sugerido.
  • CST de PIS, COFINS e ICMS-ST.
  • Alíquotas aplicáveis.
  • IVA, CEST, FCP.
  • Benefícios fiscais estaduais.
  • Natureza da receita.
  • Classificação preparada para CBS e IBS.

Tudo isso já com a estrutura adequada para integração e padronização do cadastro.

A automatização coloca um ponto final na classificação manual insegura

Não é segredo que um dos maiores obstáculos da contabilidade é o volume de produtos. Afinal, analisar manualmente milhares de cadastros é inviável. O classificador fiscal automatizado do Ordix permite a classificação em escala, redução do erro humano, padronização entre clientes e sistemas e atualização contínua conforme a legislação.

Desse modo, a classificação não depende mais de pessoas específicas, mas sim de um processo estruturado. 

Leia mais: Reforma Tributária: guia de sobrevivência para escritórios 

Por que confiar no Classificador Fiscal Ordix?

O Ordix é uma plataforma de interpretação da classificação, o que vai além da consulta. Além disso, a decisão não depende de tentativa ou histórico e há uma padronização da base para evitar divergências. Desse modo, a origem da informação fica correta antes da nota e da fiscalização. Entenda os motivos pelos quais você deve confiar neste classificador:

Tecnologia aplicada à decisão fiscal

O Ordix cruza dados técnicos, descrições, NCM, regras fiscais, exceções e contextos de operação para entregar ao contador um direcionamento seguro. Sendo assim, perde-se menos tempo pesquisando manualmente legislações, consultas e tabelas e mais tempo atuando de forma estratégica junto ao cliente.

Sendo assim, o contador deixa de cumprir a função de resolver problemas e passa a atuar antes, no papel de um antecipador de riscos.

Redução de passivos e retrabalho

Conforme foi dito anteriormente, um dos maiores custos ocultos dos escritórios contábeis é o retrabalho causado por erros de cadastro: notas emitidas incorretamente, impostos recolhidos a maior, multas, autos de infração e correções operacionais que consomem tempo da equipe e desgastam a relação com o cliente.

Com o Classificador Fiscal Ordix, a lógica se inverte, pois o erro é evitado na origem. Desse modo, o Ordix organiza e protege a operação.

Padronização e escalabilidade da classificação

Outro diferencial importante é a padronização do conhecimento fiscal dentro do escritório. Em vez de depender de um único colaborador experiente, o Ordix permite que toda a equipe atue com o mesmo nível de critério técnico, reduzindo riscos operacionais e aumentando a escalabilidade do serviço.

Isso é essencial para escritórios que querem crescer sem perder qualidade, controle e consistência nas decisões fiscais.

Apoio à atuação consultiva do contador

O verdadeiro valor do Ordix está no posicionamento que ele permite ao contador assumir diante do cliente. Isso porque, ao contar com o Classificador Fiscal Ordix, o contador passa a simular impactos tributários antes da operação, orientar o cliente na formação de preços e avaliar alternativas de enquadramento fiscal.

Além disso, ele também apoia decisões comerciais com base em dados e pode mostrar, com números, o efeito da classificação no caixa da empresa.

Sendo assim, a classificação deixa de ser uma tarefa operacional e se transforma em argumento de venda, ferramenta de consultoria e diferencial competitivo.

Segurança diante das mudanças tributárias

Com a chegada da Reforma Tributária e a reestruturação dos tributos sobre consumo, o risco de classificar mal produtos tende a aumentar. As regras mais integradas necessitam de ainda mais precisão e visão sistêmica.

O Ordix prepara o contador para esse cenário ao oferecer uma base técnica estruturada, atualizável e alinhada à lógica da nova tributação. Isso significa menos improviso e mais governança fiscal.

O Ordix já opera em escala 

  • +40 milhões de produtos na base.
  • +R$100 bilhões em créditos apurados com apoio do software.
  • +3 mil profissionais impactados.
  • +1.000 cidades atendidas.

Tudo isso para manter atualização contínua e confiabilidade.

classificação fiscal

Classificar bem é proteger, vender melhor e crescer com segurança. Conte com a Tron. 

Por fim, conclui-se que a classificação fiscal passou a ser um dos pilares da contabilidade moderna, principalmente em um cenário de Reforma Tributária, automação e aumento da responsabilidade técnica.

Hoje, classificar bem é proteger o cliente contra impostos indevidos, preservar créditos, evitar multas, reduzir retrabalho e fortalecer o papel do contador como consultor. Nesse cenário, com mais de três décadas de história e liderança no mercado contábil, a Tron desenvolve soluções que unem tecnologia, experiência e propósito para transformar a operação dos escritórios e empresas. E o Classificador Fiscal Ordix nasce dessa visão.

O Ordix é a plataforma de inteligência tributária da Tron voltada à classificação fiscal de produtos, preparada para operar em escala e para apoiar a transição da Reforma Tributária. Ele organiza, interpreta e padroniza a origem da informação fiscal. Por consequência, o contador deixa de correr atrás do erro e passa a evitá-lo.

Sendo assim, a classificação torna-se uma decisão estratégica que protege o cliente, fortalece o serviço contábil e permite crescer com segurança em um novo cenário tributário.

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