Como fazer o controle financeiro empresarial de forma eficiente?

Fazer o controle financeiro empresarial efetivo é essencial para aquelas empresas que que desejam crescer e permanecer competitivas em um…

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Fazer o controle financeiro empresarial efetivo é essencial para aquelas empresas que que desejam crescer e permanecer competitivas em um mercado repleto de desafios.

Para manter a vida financeira corporativa saudável, obtendo lucro e diminuindo gastos, é preciso estar atento a algumas boas práticas.

A gestão financeira, quando bem orientada e executada, é muito mais do que uma forma de organização. Trata-se de uma aliada poderosa, que mantém a sustentabilidade e viabiliza o crescimento do negócio.

E nada pior do que uma empresa sem foco!

Pensando nisso, esse artigo é especial para você que tem como objetivo esclarecer as dúvidas sobre o controle financeiro empresarial. No final da leitura, esperamos que você esteja bem informado e saiba o que precisa ser feito para aprimorar sua gestão.

Vamos lá?

Porque é essencial fazer o controle financeiro empresarial?

O controle financeiro é uma questão básica: é a forma com a qual uma empresa controla seus gastos e seu lucro, e para que um negócio tenha sucesso, é essencial fazer uma boa gestão de todas as movimentações e capital envolvidos.

Uma empresa precisa entender os seus ganhos, é preciso pensar em uma contabilidade estratégica, como aumentar o lucro, no que investir e quais gastos devem ser cortados.

Por isso, toda empresa precisa contar com uma pessoa dedicada a analisar as finanças. Seja o dono da empresa, os colaboradores específicos, contadores terceirizados ou por meio da automação dos processos financeiros.

Então, como o capital é o alvo e também o que faz uma empresa girar, o controle financeiro é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer escritório contábil!

Agora que você entendeu a importância, vamos saber como fazer de forma prática, rápida e eficaz.

Como fazer de forma prática?

Trabalhar com números não é tarefa fácil, qualquer erro pode arruinar uma operação inteira. Por isso, fique tranquilo, separamos 4 formas de tornar esse trabalho menos complexo do que você imagina.

Saiba que por meio do controle empresarial, será possível antecipar riscos, contemplar o pagamento de tributos e fornecedores e avaliar com precisão aspectos como preços, margem de lucro e diversos outros.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

Orçamento a longo prazo

Só de ouvir falar em orçamento a longo prazo, pode dar aquele medo de não conseguir seguir à risca o que foi planejado, certo?

Aguente firme! Pensar a curto prazo não é algo tão ruim assim, mas pode impedir os seus colaboradores, e até você, gestor, de enxergar a sua empresa no futuro, bem como tudo aquilo que ainda poderá acontecer.

O essencial é pensar a curto, médio e longo prazo.

Mas para que a empresa tenha como se posicionar é fundamental planejar considerando o longo prazo. Isso diz respeito não somente aos seus resultados, mas também ao mercado e suas tendências.

É preciso ter em mente que o seu negócio é realmente viável e que existe espaço para que o projeto se desenvolva. Pensando no futuro, é possível ter em mentes o que é preciso fazer para chegar até o seu objetivo.

De olho no fluxo de caixa

Falando em orçamento a longo prazo, não poderia deixar de falar no fluxo de caixa e na sua importância para fazer um bom controle financeiro empresarial.

É preciso, tanto quanto registrar com clareza cada movimentação, seja de entrada ou saída e também desenvolver o hábito de analisar minuciosamente os resultados do fluxo de caixa, ao menos uma vez por semana.

Isso pode ser feito com a criação de planilhas ou de relatórios automatizados. O importante é sempre ficar de olho, para que nenhuma movimentação.

Uma empresa pode até ser lucrativa, mas se os erros na gestão de fluxo de caixa não são sanados ou os conceitos não são compreendidos, o risco de perda monetária pode ser considerado.

O fluxo de caixa não deve ser confundido com o lucro da empresa apenas, tampouco com o capital de giro, por isso, esse é o próximo tópico.

Por falar em capital de giro…

Os custos que não podem ser deixados de lado, precisam ser cobertos pelo capital de giro. É ele quem garante a continuidade das atividades, uma vez que sua finalidade é cobrir os gastos com todas as operações de uma empresa em dado período.

Um planejamento bem feito deve prever o quanto será reservado a título de capital de giro. Esse montante inicial deverá suprir todas as demandas com:

  • fornecedores;
  • pagamento de despesas fixas e variáveis;
  • tributos;
  • folha de pagamento.

Lembra que eu te disse que ele não pode ser confundido com o fluxo de caixa?

Pois bem, é ele que dará a sustentação financeira para que o fluxo de caixa possa existir. Afinal, se uma empresa não consegue financiar suas operações, como poderá movimentar seu caixa?

Entender essas duas vertentes é imprescindível para um bom controle financeiro. Afinal, com ele é possível saber o que entrou e saiu na sua empresa e saber o custo que isso teve.

Cuidado com o endividamento

Falar em controle financeiro sem falar do endividamento que a sua empresa deve lutar para passar longe, não seria possível.

Não tem como fazer controle financeiro de uma empresa sem pensar em como financiar seu negócio.

Ao contrário do que muitos pensam, nem sempre é ruim captar capital para fazer seu negócio crescer. Se fosse assim, provavelmente, a sua empresa não estaria na ativa atualmente.

Ficar de olho no capital de giro é necessário para não cair em endividamentos. Se você está percebendo que está cada vez mais difícil mantê-lo positivo, tome medidas para reduzir custos.

Uma dessas medidas pode ser a possibilidade de investir em terceirização contábil. Se você quer saber como isso pode ser feito, temos um artigo especialmente sobre esse tema, basta clicar aqui.

Agora que você já sabe como fazer o controle financeiro empresarial da sua empresa de uma forma eficiente, fácil e rápida, aproveite as dicas e comece agora mesmo!

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